domingo, 13 de julho de 2014

Rosa Adry

(evangelista da silva)


Tu és para mim uma prece!...
Oro curvado aos teus pés
E rogo-te em nome do Amor
Que embala o nosso viver,
A eterna fidelidade de Amar!...

E nesta amplitude de querer e possuir,
Triste e desesperado,
Ajoelho-me apaixonado,
Clamando o teu corpo - alucinado prazer...
Envolvido no calor da tua boca e desejo.

E neste bailar das nossas vidas,
Aninhado ao teu lindo e alucinante corpo,
Oh doce Nina!... Aninha!... Nininha do céu...
Rosa Adry dos dias meus...
Vem, bela e formosa Menina/Mulher!...

A ti, suplico exaustivamente
O silêncio de minha dor,
E o desespero da minha paixão...
E nesta Tempestade de Amor e Tudo, e Nada,
Desmaio e morro sobre o teu corpo e encanto, minha Doce Amada...

E enquanto tu celebras a tua alegria
Em saudosa sinfonia de Aniversário de Natalício,
Eu, morto e esquecido, vou rasgando um papel
Mofado e amarelado: "um contrato de casamento",
Para construir uma união estável onde possamos Viver e Amar.

Serena, brava, ousada e cheirosa é a minha Menina...
Beijo-te e degluto a saliva para me alimentar...
Desta forma, Minha Nininha, vivemos a transição
De um mundo tortuoso e cheio de indiferença,
Para mergulharmos no oceano de vida, Amor e Amar...

Foto: Rosa Adry

(evangelista da silva)
 

Tu és para mim uma prece!...
 Oro curvado aos teus pés
 E rogo-te em nome do Amor
 Que embala o nosso viver,
 A eterna fidelidade de Amar!...
 
E nesta amplitude de querer e possuir,
 Triste e desesperado,
 Ajoelho-me apaixonado,
 Clamando o teu corpo - alucinado prazer...
 Envolvido no calor da tua boca e desejo.
 
E neste bailar das nossas vidas,
 Aninhado ao teu lindo e alucinante corpo,
 Oh doce Nina!... Aninha!... Nininha do céu...
 Rosa Adry dos dias meus...
 Vem, bela e formosa Menina/Mulher!...
 
A ti, suplico exaustivamente
 O silêncio de minha dor,
 E o desespero da minha paixão...
 E nesta Tempestade de Amor e Tudo, e Nada,
 Desmaio e morro sobre o teu corpo e encanto, minha Doce Amada...
 
E enquanto tu celebras a tua alegria
 Em saudosa sinfonia de Aniversário de Natalício,
 Eu, morto e esquecido, vou rasgando um papel
 Mofado e amarelado: "um contrato de casamento",
 Para construir uma união estável onde possamos Viver e Amar.
 
Serena, brava, ousada e cheirosa é a minha Menina...
 Beijo-te e degluto a saliva para me alimentar...
 Desta forma, Minha Nininha, vivemos a transição
 De um mundo tortuoso e cheio de indiferença,
 Para mergulharmos no oceano de vida, Amor e Amar...
Rjevangelista

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