domingo, 1 de setembro de 2013

Amadou Lamine Faye


JE NE SUIS PAS LE SEUL PANAFRICANISTE A DIRE (dans mes 2 derniers ouvrages) QUE la démocratie, les droits de l'homme et la bonne gouvernance qu'on vend à nos dirigeants, sont aussi utilisés comme des pièges cognitifs pour RECOLONISER les africains en les empêcher de voir les enjeux géopolitiques et géostratégiques qui posent la question essentielle de l'autonomie de pensée des africains. LE Dr Jean Jean-Paul Pougala nous confirme. Et FANON explique le mécanisme psychologique en ces termes:« Il y a une constellation de données, une série de propositions qui, lentement, sournoisement, à la faveur des écrits, des journaux, de l’éducation, des livres scolaires, des affiches, du cinéma, de la radio, pénètrent un individu en constituant la vision du monde de la collectivité à laquelle il appartient.
Aux Antilles, cette vision du monde est blanche parce qu’aucune expression noire existe (...) Un européen, par exemple, au courant des manifestations poétiques noires actuelles, serait étonné d’apprendre que jusqu’en 1940 aucun antillais n’était capable de se penser nègre. C’est seulement avec l’apparition d’Aimé Césaire qu’on a pu voir naître une revendication, une assomption de la négritude (...) Quand les nègres abordent le monde blanc, il y a une certaine action sensibilisante.
Si la structure psychique se révèle fragile, on assiste à un écroulement du Moi. Le noir cesse de se comporter en individu actionnel. Le but de son action sera autrui (sous la forme du blanc), car autrui seul peut le valoriser ».
Eu sou não o único PANAFRICANISTE A dizer (em meus últimos 2 livros) que democracia, direitos humanos e boa governação que nós vendemos aos nossos líderes, também são usados como armadilhas cognitivas para RECOLONIZAR o Africano para impedi-los de ver as questões geopolíticas e geoestratégicas colocam a questão da autonomia do pensamento africanos. Dr. Jean Jean-Paul Pougala confirmado. E FANON explica o mecanismo psicológico nestes termos: "há uma constelação de dados, uma série de propostas que, lentamente, insidiosamente, através de escritos, jornais, educação, livros escolares, cartazes, cinema, rádio, entrar um indivíduo que constituem a visão de mundo da Comunidade a que pertence.»
No Caribe, esta visão do mundo é branco porque nenhuma expressão preto são (...) Europeia, por exemplo, ciente dos eventos poesia negra atual, seria surpreendida aprender até 1940 que o Caribe não foi capaz de pensar o Negro. Foi apenas com o surgimento de Aimé Césaire que podia ver uma reivindicação, um pressuposto da negritude (...) Quando os negros se aproximam do mundo branco, há uma determinada ação de sensibilização.
Se a estrutura psíquica acaba por ser frágil, assistimos a um colapso de mim. O preto pára se comportando Actional individual. O objectivo da sua acção serão outros (sob a forma de branco), porque outros um podem validá-lo em toda a '. (Traduzido por Bing)

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