domingo, 18 de setembro de 2016

Brumas Pálidas

                                                                           

Brumas Pálidas

Brumas pálidas lambiam os pés descalços, rodopiavam entre lágrimas e mares, tremula era a pétala encarnada, quando na boca, o néctar pueril da rosa desabrochava, palavras silenciadas esvoaçavam com o vento e plena de prazer... Sussurravam... Há minha amada!...Sonho-te... Sorvo teu perfume e no infinito, ofereço-te a face, desvaneço, faço-me beija-flor e beijo-te, dentro de mim, a rubra rosa sem pudor, me cravou, .´...És eterna... Ana Elizabeth Baade

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Manoel dos Santos Cruz

Manoel dos Santos Cruz A vida por sempre e para sempre é uma sacanagem de ma fé. Manoel dos Santos Cruz foi um amigo que pegou o t...