Afinal, que é viver?...

Ainda ontem eu se me assustei como que se eu desconhecesse que a vida em alma o 'corpo' exaure, e certamente se nos vamos para lá onde eu não sei, nem saber quero. Sei que morrerei. Mas não admito esta certeza 'incerta' que se me demonstra a minha doce e amarga ilusão. Eu soubera que um colega dos idos da nossa infância "morreu". Fiquei estupidamente assustado. Não quis entender o óbvio. Não quero entender que eu também "morrerei". Bem, o Dr. Sigmund Freud explica. "Ninguém admite a sua própria morte." Ainda assim alimenta uma vida eterna cheia de prazer: carnaval, futebol, encontros bestiais, night club, iate club, e outras babaquices que a matéria se entorpece e sente prazer desenfreadamente. Sim, eu falava que todos nós morreremos. Mas que fazemos de importante para a construção da humanidade?... Para a humanização da raça humanoide?... Sei lá meu Deus!... Falamos muito em amor e usamos muito o botão que limpa o vaso sanitário.

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