sexta-feira, 22 de abril de 2011

Química

Dependência Química



Em nosso Ambulatório e nas Clínicas Feminina e Masculina (Centros Terapêuticos) faz parte do tratamento o acolhimento, a busca da conscientização e a orientação da dependência química. Em cada uma destas unidades serão respeitadas suas especificidades e serão oferecidas técnicas eficazes de tratamento tanto médicas como psicológicas.



A dependência química caracteriza-se pelo uso indiscriminado de substâncias nocivas tanto lícitas (tabaco, álcool, medicamentos etc) como ilícitas (maconha, cocaína, crack, exctasy etc), independentemente do prejuízo causado à vida pessoal, profissional e à saúde da pessoa acometida por este mal. A dependência coloca o indivíduo em um estado alterado de consciência que prejudica o julgamento acerca de si mesmo e da realidade circundante, ocasionando prejuízos globais em sua vida, de seus entes queridos e outros.



O dependente costuma utilizar-se de várias justificativas para o uso abusivo e, em geral, se esquece de todos aqueles que o amam para dedicar sua vida inteiramente à busca e uso da substância. Perde o interesse por amigos, parentes e outros que não estejam envolvidos de alguma maneira com o consumo da droga. A família, neste contexto, fica à mercê das circunstâncias e tem início um jogo de perdas onde todos se culpam por tudo e velhas feridas são expostas, ocasionando grande sofrimento a todos os envolvidos.



É necessária, por parte da família, uma firme determinação para reverter os danos causados. A família deve buscar orientação profissional e de qualidade o mais breve possível para que a situação não fuja ao controle e a intervenção seja eficaz para minimizar os danos e alterar o quadro em questão.



A dependência se estabelece, em geral, ao longo de alguns anos ou meses, dependendo da droga de adicção e/ou da existência de co-morbidades e por isso seu tratamento demanda muito tempo e dedicação por parte da pessoa, de sua família e dos profissionais envolvidos.



O tratamento na clínica CPR é feito com o uso de técnicas e ferramentas científicas que, após muitos estudos e pesquisas, tem se mostrado as mais eficazes nos casos de dependência química. Tais procedimentos são realizados por psiquiatra, psicólogos e terapeutas experientes, especialistas em dependência química, terapia familiar, acompanhamento terapêutico, etc.



Alcoolismo



O Alcoolismo afeta muitas famílias no mundo todo. O álcool, droga lícita, oferecida em larga escala, favorece a dependência pelo alcance fácil e por fazer parte da rotina de consumo em muitas famílias, que não consideram os danos que ele pode causar a seus membros. Consumida indiscriminadamente por pais e parentes frente aos pequenos, pode facilitar o consumo precoce causando enormes prejuízos para aqueles que ainda estão em desenvolvimento como crianças, adolescentes e jovens.



Em alguns casos, onde se identificam sintomas depressivos como solidão, tristeza e desmotivação, pode estar havendo tentativa de “auto-medicação” por parte do indivíduo, no sentido de minimizar os sintomas.



Segundo dados da OMS (Organização Mundial da Saúde), a dependência química (que envolve a dependência do álcool) atinge em torno de 10% da população mundial e em pesquisas recentes têm sido apontado que são várias as causas para seu estabelecimento, entre elas biológicas, genéticas, culturais e psicossociais.



A identificação e diagnóstico de co-morbidades é muito importante para melhorar o prognóstico dos pacientes, que deverão ser tratados em sua doença de base além da dependência, o que melhorará o resultado do tratamento e a adesão do paciente ao mesmo (Esdras M. e George S. – CETAD/UFBa).



Nosso tratamento do alcoolismo foi desenvolvido para atender as necessidades específicas do perfil do alcoolista, que normalmente estão em faixa etária mais elevada, podem estar com problemática de saúde mais instaurada com prejuízos cognitivos, decorrente do tempo de uso do álcool.



Quando se trata de alcoolismo os pacientes tem dificuldade de convencimento que desenvolveram a doença, justamente pelo fato de pensarem que “todo mundo bebe”, já que é um hábito cultural mundial. Diferentemente do usuário de drogas ilícitas, que tem consciência de que está infringindo leis, tornando-se até marginalizado. Estes geralmente aceitam melhor a idéia da perda do controle, mas nem sempre a internação.



Em geral os alcoolistas apresentam nível de cronificação mais avançado com conseqüências clínicas diversas como: neuropatia periférica, hipertensão, cardiopatia, esteatose hepática, pancreatite, diabetes entre outros problemas causados pelo alcoolismo.



O tratamento do alcoolismo é realizado em regime de internação continuada, na qual o paciente poderá ser internado voluntariamente, ou seja, de espontânea vontade para se tratar, ou nos casos em que o paciente não aceita o tratamento, mas já houveram danos pessoais, profissionais e familiares, a internação poderá ser realizada involuntariamente, sendo utilizada equipe especializada na remoção do paciente até a unidade clínica de recuperação.



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