domingo, 17 de abril de 2011

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Shvoong Home>Ciências Sociais>Psicologia>Resumo de Tipos de Neuroses
Tipos de NeurosesResumo do Livro por:nyribeiro Autores: Marcelli; D
Summary rating: 2 stars (68 Avaliações) Visitas : 10683Palavras:900 Mais Sobre : neuroses

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Existem 4 tipos de neurose:
Neurose de Angústia e Manifestações Ansiosas na Criança:
Ao falarmos de ansiedade e angústia é necessário referir que estas representam uma expressão de um grande sentimento interno na criança. Angústia define a existência de uma vivência dolorosa que transmite à criança uma noção de perigo e ameaça, da qual a criança não percebe a origem, neste seguimento a ansiedade estaria no registo psíquico. As manifestações clínicas da angústia na criança podem classificar-se em 3 categorias:
ü A angústia episódica, que se observa sob a forma de crises de angústia ligadas a episódios traumáticos.
ü A angústia aguda ligada a contextos particulares, como a ida para a escola, que se observa na forma de crises de pânico intensos, nos quais as crianças ficam aterrorizadas e podem apresentar perturbações somáticas como a dor de barriga e o vómito.
ü A angústia crónica, que trás consigo um estado de permanente inquietação e vigilância extrema.
¨ Perturbações neuróticas do tipo fóbico: As fobias são temores, medos e afectos dolorosos injustificados de um objecto ou situação real, cujo confronto, provoca no sujeito uma enorme reacção à angústia. Os medos fazem parte dos acontecimentos mais frequentes do crescimento da criança; o medo do escuro, o medo dos animais pequenos, depois o medo dos animais que mordem e podem fazer mal, o medo do papão e dos fantasmas e finalmente o medo existencial de morrer ou de que alguém morra. Existem os medos arcaicos ou pré-genitais e as verdadeiras fobias do período Edipiano. As fobias arcaicas ou pré-genitais são estados de pânico intenso activados por situações ou objectos comuns e quotidianos, e são mais frequentemente observadas em crianças psicóticas e podendo passar pelo medo de um aspirador, medo de tomar banho e até medo de um bigode. Estes medos mais arcaicos dizem respeito à incapacidade de mentalizar a angústia. Nas fobias do período Edipiano, a natureza dos objectos e situações é muito variada, podendo ser animais, personagens, situações como a solidão, espaços demasiado fechados ou com demasiadas pessoas, doenças, alturas e, finalmente, a escola. A angústia deve ser exteriorizada e o medo pode ser a forma de alívio. Se os medos significam o impossível domínio da angústia, as fobias do período Edipiano são o resultado da organização das defesas mentais utilizadas para lutar contra esta angústia. As fobias podem permanecer até a adolescência mas podem, também, atenuar-se por volta dos 7/8 anos de idade, com a resolução do conflito. Quando permanecem traduzem o sinal de conflitos não resolvidos e deixam de ser defesas adaptadas para passarem a desorganizações graves da personalidade, traduzidas em verdadeiras patologias.
¨ Manifestações obsessivas e perturbações neuróticas do tipo obsessivo: Os comportamentos obsessivos têm duas vertentes, a vertente mentalizada (sob a forma de obsessões) e, a vertente agente (sob a forma de compulsões). As obsessões representam pensamentos, sentimentos, imagens, que estão em desacordo com o pensamento do sujeito e que transmitem um enorme mal-estar ansioso. As compulsões são acto que o sujeito realiza, sem ter nenhum tipo de constrangimento e funcionam para acalmar a angústia ligada às obsessões. Nas crianças as obsessões são menos frequentes que os rituais e compulsões. Os comportamentos obsessivos, são essencialmente rituais que permitem apaziguar a angústia, e normalmente desaparecem com a superação do conflito Edipiano. Para algumas crianças quando estes rituais tendem a persistir durante o período de latência, normalmente são organizados em torno da higiene, provenientes de um funcionamento familiar rígido que evoca uma organização obsessiva. Para outras, estes rituais funcionam com o objectivo de controlar o ambiente. As ideias obsessivas são mais raras de encontrar na infância e mais frequentes na pré – adolescência e adolescência.
¨ Condutas histéricas e perturbações neuróticas do tipo histérico O primeiro ponto de grande importância é distinguir que quando se fala de histeria, existem duas coisas diferentes, os sintomas histéricos e os traços da personalidade histérica. Os sintomas histéricos são as conversões, raras na criança, mas possíveis de aparecer durante o conflito Edipiano, mas sobretudo na fase de latência entre os 6 e os 10 anos. São conversões que afectam principalmente a parte locomotora da criança. Outros sintomas podem ser a afonia, o mutismo ou ate a cegueira. Existe a possibilidade de aparecerem perturbações funcionais, como as dores abdominais.Contudo, é preciso não esquecer que as verdadeiras conversões observadas no adulto são muito raras na criança, e o seu diagnóstico deve cuidadosamente elaborado. As manifestações agudas são mais frequentes que as conversões, e observam-se através das fugas, das crises de agitação, do sonambulismo entre outros. Os comportamentos de sedução, as historias mitómanas destinadas a apelar e as gabarolices, representam modos de funcionamento com traços histéricos. A histeria na criança funciona pela constante manifestação do seu sofrimento através da teatralização do corpo com agitações motoras, gritos e choros. Este jogo relacional é muitas vezes utilizado como meio de pressão face aos pais. Existe um aspecto importante dento do foro neurótico, ao qual normalmente não se da a devida importância, e que no entanto constitui um sintoma frequente: A Inibição. A inibição é um sintoma que pode afectar quase todos os sectores da vida da criança e particularmente o contexto escolar. A inibição de comportamentos externos e sociais é geralmente observada em crianças demasiado prudentes, submissas e “transparentes” na sociedade.

Fonte: http://pt.shvoong.com/social-sciences/psychology/1718189-tipos-neuroses/#ixzz1JqA1W0eZ

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